Arquivo da categoria ‘Cultura’

Rádio de música jamaicana

9 Setembro , 2009

Galera do maaaal!!

Passei pra dar uma dica:

Estava eu, um dia, fuçando no amarok, reprodutor de música aqui do mandriva, e encontrei uma rádio online fudidíssima de reggae, ska, dub, rocksteady, etc. Desde então não consigo mais ouvir outra coisa!

Pra quem gosta ou quer conhecer várias vertentes de boa música jamaicana, la vai: http://www.azevedo.ca/scratch/scratch.m3u

Não rola só em Gnu/Linux não. É só clicar no link, fazer download do arquivinho e abrir no seu reprodutor de música preferido. No amarok e no winamp, pelo menos, rola saber o nome da banda e da música que está rolando no momento.

Espero que vcs gostem.

O Gnu/Linux e o Candomblé

13 Julho , 2009

Semana passada, sexta-feira, eu acompanhei minha esposa em um encontro estadual dos pontos de cultura da Bahia. Ela estuda esses pontos, estava acompanhando esse evento desde quarta feira, e sexta ela me convidou pra ir e eu, para minha sorte, aceitei. Acontece que ela me convidou por um motivo bem específico:  ela encontrou uma senhora que estava com problemas em instalar um modem 3g em um notebook com distribuição gnu/linux. Como eu consegui instalar o mandriva no computador de minha esposa e consegui fazer com que o modem 3g dela funcionasse, ela pressupôs que eu sabia fazer aquilo.

Eu não sou um bom usuário de gnu/linux. Gosto de fuçar, sei abrir o terminal e copiar as linhas de comando que só agora eu tenho uma pequena noção do que fazem, mas não passo perto de ser um desenvolvedor (malemá sou um usuário meia boca). O meu negocio é fuçar. Curto fuçar em tudo, seja coisas relacionadas ao computador, seja outra coisa. Gosto de arrumar porta, torneira, fazer gambiarras, antenas, mesas improvisadas, etc., e o gnu/linux é o melhor sistema operacional pra quem gosta de fazer isso. Curto ter que correr atras das coisas para que elas funcionem bem no computador, ao invés de ter tudo instaladinho. Claro que tem vez que é frustrante (por exemplo, não consegui fazer funcionar minha webcam no meu mandriva), e as vezes, na maioria das vezes, as coisas funcionam de um jeito que não sei explicar como. Coloco la no terminal as linhas copiadas em receitas de bolo, da um tipo de erro, fuço aqui, fuço ali, e quando eu desisto eu percebo q a parada está funcionando. Isso da um pouco de alegria de ver a parada funcionando e um pouco de frustração, de não saber mto bem como funcionou. Com o modem 3g da minha mina foi isso que aconteceu. Mexi, mexi, desisti e funcionou. Então eu não sabia muito bem como eu consegui instalar a parada no computador dela. Fui tentar fazer a mesma coisa com o meu e passei longe de conseguir. E agora eu tinha esse desafio: aprender e instalar o modem 3g no computador de uma senhora que eu nem sabia quem era.

Bom, cheguei lá na sexta. O encontro estava sendo em um hotel q ficava no Itaigara, um bairro bem classe média alta daqui de Salvador. Lá é completamente diferente dos lugares que eu conheço aqui, dos lugares onde morei e onde eu gosto de dar um rolê. É o que chamam de “centro novo” de Salvador, uma parte da cidade razoavelmente nova, que junto com Pituba e Iguatemi, veio substituir o bom e (muito) velho Comércio como centro empresarial da cidade, e isso fez com que o Comércio ficasse às moscas, degradado, arruinado. É um bairro feio, cheio de prédios, empresariais, comerciais e residenciais, quase sem casas.

O encontro foi bem massa. Não mto por causa do conteúdo. Não q o conteúdo não fosse massa, mas é q não me interessava tanto como interessou minha esposa, que efetivamente pesquisa aquilo. O que mais me interessou foi a diversidade de pessoas juntas no mesmo lugar, o que, nas minhas divagações, simbolizava a diversidade da produção cultural do estado da Bahia (por se tratar, basicamente, de um encontro de produtores culturais). Lá tinham indígenas de cocar, mães e pais do candomblé, rastafaris, doidos de 60 anos de idade, pessoas de calça social e gravata, hippies, moderninhos, geeks, etc. Achei demais.

Nesse meio tempo encontramos a senhora que queria que eu intervisse no computador dela. Era uma senhora negra, com vestimentas de candomblé. Supus que ela seria mãe de santo (acho que o nome certo pra isso é ialorixá) ou tinha um cargo político no terreiro, que era onde ficava o ponto de cultura que ela estava representando. Ela era incrívelmente paciente, gente boa demais e muito atenta. Conversei com ela e descobri que ela queria que eu configurasse todos os tipos de conexão com a internet que o computador dela conseguisse fazer: 3G, modem discado, cabo, wireless.

Eu sou um super simpatizante do candomblé. Sei da importância política que eles têm aqui no estado, e da crucial militância a favor da manifestação da cultura negra. Em épocas de proibição, os terreiros de candomblé foram os principais atores na luta a favor da manifestação cultural e contra a opressão de todo um povo. Hoje, eles são engajados (e sofrem bastante também) na luta pela diversidade religiosa, pois vários terreiros são hoje atacados por “fundamentalistas evangélicos”, que por um motivo bem imbecil, acreditam que toda manifestação religiosa negra é enviesada para o mal, é a própria manifestação do demo e deve ser combatida. Pura intolerância, desconhecimento e idiotice. Fui, um dia, numa festa de um terreiro de candomblé de caboclo aqui em Salvador, e foi uma das coisas mais impressionantes, animadas e legais que fizemos aqui.

Na hora eu comecei minha tentativa de trabalho. Por uma surpresa, ela usava a mesma distribuição gnu/linux que eu tinha, o mandriva. Foi mais fácil assim, pois dependendo da distribuição, eu ia ter que aprender onde estavam as coisas para depois aprender como alterá-las. Outra sorte foi que lá tinha um ponto de internet, pois sem isso, minha tentativa ia ser impossível.

Bom, foi tudo ao mesmo tempo agora. Embora ela fosse bem paciente, ela estava muito na vontade de ver a coisa funcionar. Enquanto eu procurava os benditos tutoriais na rede, ela me pedia para que eu fuçasse no wireless ou no modem discado, etc. Mas sem pressão. Ela sabia da minha condição de noob fuçador. Batemos um papo bom sobre tecnologia e eu descobri que ela era uma grande entusiasta do software livre. Sabia bem dos avanços técnicos e políticos do gnu/linux, e não abria mão de utilizá-lo. Ela não tinha dual boot no micro dela. Embora estivesse aprendendo, seu computador, por opção, funcionava exclusivamente em mandriva. Ela preferia comprar outro modem 3g com suporte gnu/linux do que instalar o windows. Fiquei completamente envergonhado com meu dual boot boqueta e resolvi, com esse papo, instalar integralmente um debian aqui no meu computadorzinho.

Bom, minha luta estava sendo travada. Era eu contra a máquina. Como não sabia tããão bem o que eu estava fazendo (com o consentimento da dona da máquina, claro) e como eu tinha um comprometimento moral para que aquele troço funcionasse (como diz minha esposa, sou muito obstinado), a luta foi braba, e a máquina estava ganhando por pontos de distância. Outro ponto a favor da máquina foi que o modem 3g não estava lá com a gente, então seria muito difícil configurá-lo. Quando disse isso, na hora a senhora ligou para alguém e pediu para que o modem fosse levado pra lá. Depois dessa, pensei: meu, ela quer muito que isso funcione, tenho muito que me dedicar nessa fita e quero mto q de certo.

Minha primeira vitória contra a máquina foi o wireless. Esse foi fácil, pois já conhecia os golpes. Instalar wireless foi a minha primeira enxaqueca com o gnu/linux, ainda quando eu tinha um ubuntu instalado em um computador de mesa que acabamos vendendo. Foi bem mais fácil do que da primeira vez, nem precisei de um tutorial. Dei um ipon e pronto. A mesma coisa foi com a internet a cabo. Foi só ligar o cabo e ficar clicando nos OKs e pronto. O terceiro round, o modem discado, tb não me causou problemas. Nunca tinha feito isso antes, e demandou outros tipos de informação, como o telefone que o modem tinha que discar para conseguir conectar. Entrei no site do provedor, falei num chat com o atendente e pronto. Daí foi só configurar a paradinha com a ajuda de um santo tutorial (deixo aqui meus enormes agradecimentos a todos os anjos de candura que produzem essas coisas magníficas que são os tutoriais: vcs são meus mestres professores.. hahahaha).

Bom, 3 a 0 pra mim, mas o pior ainda estava por vir: o maldito modem 3g. Enquanto o modem não chegava, fui me armando de tutoriais e batendo papo com a dona da máquina. Ela era de um ponto de cultura da cidade de Camaçari, que faz divisa com Salvador e faz parte da Região Metropolitana da capital. O terreiro dela ficava em uma zona rural, bem longe de qualquer tipo de conexão com a internet. Nem o 3g funcionava lá, só internet discada. O 3g era pra quando ela fosse pra cidade. Camaçari é conhecida aqui por causa do polo petroquímico da Petrobrás, maior polo industrial da Bahia e o maior polo industrial integrádo do hemisfério sul, segundo o omniciente wikipedia e instalado lá desde 1978. Já tinha lido sobre a cidade e o impacto do polo. A cidade era pacata, quase vazia, meio rural. Depois da construção do polo, a cidade sofreu um inchaço populacional tão grande que virou um caos.

Bom, nesse meio tempo chegou o meu novo oponente: o modem 3g. A nova luta se iniciara e um novo problema se apresentou: ela não sabia a senha do administrador da máquina, sendo impossível eu entrar como sudo no terminal para colar minhas receitinhas de bolo. Mas como eu conseguia entrar na parte de configuração do mandriva sem precisar dessa senha, lembrei que dá pra entrar, de lá, em um terminal já como administrador. RÁ!

Comecei. Fiz o que eu sabia logo de começo e já, logo de começo, deu o primeiro pau. Em uma opção de configuração de instalação de uma rede 3g do próprio mandriva, o maldito disse que não tinha conseguido instalar uns pacotes lá (ó o nível do meu conhecimento, hahahahaha). No computador da minha esposa, foi meio que isso q eu fiz e deu certo. No meu, eu fiz isso e não rolou. No da senhora também não. Tentei fazer o que os tutoriais me ensinavam e nada. Entrei no pendrive do modem e lá tinha uns drivers pra linux. Instalei um (que, pra variar, não fazia ideia do que era) e rolou. Fiz isso com outro e nada. Do meu lado estava a paciente senhora, olhando quase que sem piscar para tudo que eu tava fazendo, meio que tentando aprender aquilo que nem eu sabia. Fiquei uma hora e meia na frente do computador, e ela ficou uma hora e meia olhando pra tudo que eu estava fazendo, com um misto de curiosidade e vontade de que aquilo funcionasse. Eu ia tentando explicar o que eu achava que estava fazendo, tentando ensinar até onde eu sabia e deixando claro aquilo que eu não sabia muito bem mas que eu ia tentar mesmo assim.

Passei muito tempo nessa. Tentei várias coisas diferentes e já estava desistindo quando aconteceu. Estava lá, no pendrive do modem, quando este parou de funcionar. Do nada, não pude mais acessar nenhum arquivo dele e na hora pensei: fodeu! Daí, do nada, a luzinha do modem, que tava vermelha, ficou verde e depois azul. A mulher se animou e soltou um grito: FICOU AZUL! Interpretei aquilo como um sucesso. Realmente, quando o modem é reconhecido, a luz fica azul. Entrei no centro de rede do mandriva e estava lá, em laranja “modem 3g zte alguma coisa”. RÁ!

Desconectei a conexão wireless e fui tentar conectar o modem 3g. Nada. Lá veio a frustração. Nessa hora, vi que ao meu redor estavam mais 3 espectadores vendo o combate. Infelizmente, nenhum dos 3 sacavam de software livre. Todos que sabiam disso estavam com minha esposa num debate acaloradíssimo sobre gnu/linux e os pontos de cultura. No encontro tinha vários desenvolvedores de software livre, e eu mesmo fui atrás de algum para me ajudar ou para me substituir no combate, mas estavam ocupados (claro que não é culpa deles, eles estavam lá pra debater, eu estava lá pra instalar o coisinho). Foi quando recebi uma informação de um espectador: não tem sinal aqui dentro pra modem 3g, não consegui conectar o meu. Desconectei o modem, conectei novamente e foi mesma coisa: luz vermelha, luz verde, luz azul e o modem 3g zte qualquer coisa no centro de rede. Sucesso, eu pensei, mesmo que limitado e sem uma real comprovação empírica, sucesso. Avisei minha amiga: ó, não tem sinal aqui. Vc vai ter que testar isso em algum lugar q tenha sinal, se não funcionar, vc me liga.

A mulher ficou animadíssima. Viu aquilo como uma possibilidade de continuar com seu queridíssimo software livre e não precisar mais quebrar a cabeça com um modem. Ficou muito agradecida, e eu tb. Por causa dela eu pude aprender mais um pouquinho sobre o gnu/linux, além de poder conhecê-la e bater um papo bem firmeza com ela. Me senti bem, satisfeito e também agradecido. Achei animal a perseverança e a paciência dela, além da vontade de que aquilo desse certo. Por fim, fui convidadíssimo para uma festa no terreiro dela, eu e a minha esposa, o que eu aceitei beem de antemão, pois sei q vai ser mto legal. Isso graças ao software livre e a minha esposa, que acreditou na minha obstinação.

Cosmonautas no TCA

5 Julho , 2009

Galera do mal,

Como ninguém sabe, voltei há 2 semanas para Salvador para passar as férias. Estava com saudades imensas, em primeiro lugar da minha namorada/noiva/em-breve-esposa e também da cidade. Acho que nunca me senti tão bem em uma cidade quanto me sinto em Salvador. Depois de morar em algumas cidades realmente ruins, essa foi a única cidade que eu quis ter um tipo de envolvimento e de criação de laços com ela, seja por obrigação, seja por vontade própria.

Pois bem, cheguei numa época boa. Peguei o São João (quando fiquei em casa o tempo todo, não fiz nada e só fiquei a ouvir as toneladas de bombas) e 2 de julho aqui, que foi bem legal. A galera toda na rua, umas fanfarras bem animadas e uma oportunidade pra dar um rolê massa por aqui.  Nesse dia, indo de busão pro campo grande, trombei um stencil num muro no bairro da Barra que novamente me intrigou. Já tinha o visto antes, quando vim pra cá em abril. Trata-se de um stencil preto, com um trompete e escrito CHA CHA CHA. Em outro stencil-irmão, tinha um diabinho tocando maracas (!?!) e novamente o CHA CHA CHA. Infelizmente, não tirei nenhuma foto, mas encontrei uma na net:

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Então, dentro do ônibus fiquei pirando nesse stencil. Nada demais, só algo que me chamou a atenção mais de uma vez e fez eu ficar divagando descompromissadamente sobre o que seria isso. Minha conclusão foi que não era nada (hahahahaha, graaande conclusão), era uma arte urbana e que não necessariamente teria um sentido próprio, talvez só estético, sei la.

Bom, 2 de julho, chegamos no Campo Grande. Milicos em volta do caboclo, fanfarra, cavalos e bastante gente. O cortejo ainda não tinha passado, então fomos nos dirigindo para o nosso “bar do 2 de julho”, que fica na 7 de setembro. Quando passamos na frente do Teatro Castro Alves, vimos o cartaz: RETROFOGUETES, 05/07, LANÇAMENTO DO ÁLBUM CHACHACHA.  No banner, o diabinho das maracas. AAAHHNNN… O stencil era uma estratégia de marketing (nossa, que palavrinha escrota, essa) de guerrilha da banda, que, por sinal, achei animal. O banner era bem massa tb, vou colocá-lo aqui o diabinho das maracas:

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O show fazia parte do programa “Domingo no TCA”, que faz apresentações no teatro de domingo de manhã a 1 real. Nos animamos bem na hora. Conheço retrofoguetes desde que cheguei aqui. Já tinha ouvido a ex-banda, o Dead Billies, rockabilly responsa, e sempre quis ver os doidos ao vivo. Peguei só o finzinho do show que eles fizeram de graça no carnaval de 2007, e achei animaaal.

Nos planejamos e fomos. Domingueira massa, solzão típico da cidade, busão passando pela barra cheia de banhistas, um clima mto bom. No TCA chegamos a tempo, tomamos uma breja e entramos. O teatro tava lotado, só achamos lugar no fundão. Já tinha visto alguns shows lá. Em 2007, vi o show do Otto q foi ótimo. Achei meio assim assim ser la no teatro. Assistir show sentado, sem poder fumar e tomar uma breja, é osso. Mas para um domingo de manhã, acompanhado da minha esposa e de duas amigas morrendo de ressaca, foi, no mínimo, aconchegante.

O show começou e foi muito fudido. Mesclaram músicas do primeiro disco, “Ativar Retrofoguetes” com músicas do disco novo, o Cha Cha Chá (da pra ouvir faixas do album deles no myspace dos caras). O som deles é uma mistura de surf music, rockabilly e alguns sons mais, digamos, não-ortodoxos.. hahahaha… tocam musicas circenses, mambos, countrys, meio turcas, meio italianas, meio argentinas, etc., tudo no mais doido rock’n roll.

O show foi do caralho. Os caras tocam bastante, e chamaram uma galera responsa como convidados. Destaco a participação da Orquestra Rumpilezz, que fizeram participação em uma musica animaaal, que ao vivo ficou mto fudida. Chama-se Maldito Mambo, a música. Surf Music meio big band, meio mambo, com dois percursionistas moendo os instrumentos.

Bom, vale bem a pena ouvir os caras. Das bandas que ouvi daqui de Salvador, essa é a que eu mais recomendo. São bem respeitados por aqui e bem envolvidos com a cultura da cidade. Tocam sempre no carnaval e esse ano rolou até um trio com eles em cima. Perdi!

Hoje vai ter festa no Gonga!

19 Junho , 2009

Galera do mal.

Finalmente vai acontecer uma coisa aqui por essas bandas digna (digníssima) de ser postada aqui no blog.

Acabei de descobrir (por meu grande amigo Zinão, valeu Zino!) que amanhã, na cidade aqui do lado, vai ter show dos Los Sebosos Postizos. Pra escoar um pouco dessa minha ansiedade e entusiasmo, vou colocar aqui a gravação do show q eles fizeram no Sesc Pompeia em Sampa. Domingueira eu posto aqui como foi o show (nunca cumpro as promessas que faço nos posts, hahahahaha, mas essa eu vou tentar)

139_bi_sebosos_gLos Sebosos Postizos – Sesc Pompéia

DOWNLOAD PARTE 1
DOWNLOAD PARTE 2

Fonte: http://boamusicaeafins.blogspot.com

Bom, ja vou começar começando: Los Sebosos Postizos = Nação Zumbi + Mundo Livre tocando Jorge Ben! Só isso bastaria para esse blog. As banda mais fudidas do Brasil (na verdade, acho q só tem (ou tinha) o tecladista do mundo livre) tocando O CARA  mais fudido do Brasil!  Acho que foi o mesmo Zino que me apresentou a banda, em 2005 ou 2006. Eles fizeram show no Sesc Popéia, deve ter rolado em mais alguns lugares e ja era. Não tinha a mínima esperança de vê-los ao vivo, pensei que fosse um projeto momentâneo dos caras, e me deliciava com essas gravações. E elas são do caralho. Só o fino do fino, a nata da produção do Jorge. Eles tocam só musica da fase que eu mais curto do cara, músicas que nem ele tocaria, eu acho. Rola Zumbi, Jovem Samba, O Nascimento de um Príncipe Africano, O Homem da Gravata Florida, Umbabarauma, A Tamba…, em versões carangueijadas da mais pura lama dos mangues de Recife. DO CARALHO!! Quem ler esse post a tempo e for alucinado por Jorge Ben, o show vai rolar na Kraft, em Campinas, às 23 hrs amanhã, dia 20/06. Imperdível.

Free TPB!

17 Fevereiro , 2009

Está rolando desde ontém, na Suécia, o julgamento contra o The Pirate Bay – o maior, o mais legal e o mais combativo gerenciador de torrents do mundo. Eles estão sendo acusados de favorecer a infração de direitos autorais, e estão sendo processados por grandes empresas do cinema e da música. Ao todo, está sendo pedido uma bolada astronômica em dinheiro e até 2 anos de reclusão. O processo é a continuação da perseguição ao site que começou em 2006, quando os servidores do The Pirate Bay foram apreendidos pela polícia suéca em conformidade com uma denúncia feita pelas mesmas Majors que agora estão no tribunal. Naquela época, o site voltou a todo vapor três dias depois e os administradores rechaçaram a ação com notas tirando um sarro das empresas responsáveis – respostas praxe do site.

Agora os três administradores do site Peter Sunde, Frederik Neij e Gottfrid Svartholm Warg estão nos tribunais no que está sendo chamado de “o julgamento da década sobre os direitos autorais”. Em uma entrevista coletiva antes do primeiro dia de julgamento, eles disseram que tal ação não tem objetivos de acabar com o site – pois há outras pessoas capazes de tocá-los pra frente – mas sim penalizar os administradores. Ainda assim, dizem não adiantar nada impor multas pois eles não tem como pagá-las.

Contudo, o que está por trás de tal ação judicial é a legitimidade ou não dos serviços de torrent e de todo compartilhamento de arquivos. O The Pirate Bay é conhecido não só por ser um servidor torrent, mas também por fazer parte de um grupo político a favor do compartilhamento, no qual inclui o Partido Pirata Suéco e a entidade The Pirate Bureau. Sempre se posicionaram politicamente a favor da livre troca e da liberdade de compartilhamento dos bens culturais. Justamente por isso estão transformando seu julgamento em um evento midiático na rede o que eles chamam de “Spectrial” (spetacular trial – julgamento espetacular), um julgamento performance para levantar a bandeira em prol da pirataria online. Como aconteceu em maio de 2006 – data da apreensão dos servidores do site – os administradores fizeram um apelo para os piratas da europa para acompanharem o julgamento e participarem de manifestações a favor do servidor. Eles conseguiram também que o julgamento fosse transmitido ao vivo na internet. A partir da transmissão, mobilizaram blogueiros e twiteiros para traduzir e disseminar notícias sobre a batalha jurídica.

Estou acompanhando pelo twitter em português e pelos blogs. Hoje foi o segundo dia de julgamento (de aproximadamente 13 dias) e, segundo twitter, metade das acusações foram retiradas ainda antes do pronunciamento da defesa.

Vou colocar aqui alguns links de blogs, sites e do twitter para quem quiser conhecer melhor e acompanhar o julgamento:

http://info.abril.uol.com.br/aberto/infonews/022009/13022009-45.shl (notícia na Info Online sobre o julgamento)

http://www.andafter.org/publicacoes/pirate-bay-vai-a-julgamento-hoje_880.html (blog bem massa que conheci hj que trás um aglomerado de notícias sobre o assunto)

http://search.twitter.com/search?q=%23spectrial-pt (tradução para a língua portuguesa das notícias atualizadas do julgamento)

http://sites.google.com/site/spectrialpt/Home (tradução para o português da documentação do caso feito pelos manifestantes à favor do TPB)

A casa caindo 3

20 Outubro , 2008

A pouco tempo estamos vendo no Brasil um aumento das estratégias de repressão ao compartilhamento de arquivos na Rede. Em 9 de setembro, o blog de mp3 Sombarato saiu do ar após receber uma notificação do serviço de blog Blogger – serviço de publicação de blog do Google e o mais popular no Brasil – notificando-o que seu conteúdo estava sobre acusação de infringir as leis de direito autoral de acordo com o Digital Millenium Copyright Act (DMCA).

Do mesmo modo, há mais de um mês, uma das maiores comunidades de troca de links do Orkut, a Discografias, está vendo seus tópicos deletados pelo Orkut – rede social do Google – a partir de denúncias feitas pela APCM (Associação Antipirataria Cinema e Música).

Contudo, essas estratégias de repressão à livre troca de arquivos digitais estão sendo cada vez mais acompanhadas por estratégias de inserção das grandes indústrias fonográficas e de novos atores do mercado da música na realidade digital de distribuição de produtos culturais. Novas formas de negociar os produtos culturais do mercado fonográfico já representam uma outra forma de valorização e de investimento para os atores desse mercado. Uma dessas estratégias é justamente a parcial relativização do direito autoral na valorização direta desses produtos. Embora a venda direta dos produtos (seja em cd, dvd, mp3, tec) representam ainda 85% do rendimento do mercado fonográfico, as maiores indústrias de gravação já implementam espaços de distribuição gratuita de suas músicas, pautando seus rendimentos em outros produtos, como o marketing gerado nesses espaços, etc.

Nesse sentido, atualmente há uma convergência entre as estratégias de repressão e de inserção ao compartilhamento de arquivos.  Nessa confluência, o direito autoral deixa de ser medida direta de valorizacão no mercado fonográfico e é mais claramente explorado por seu caráter repressivo – que, na história das leis autorais, sempre existiu. A partir desse viés repressivo, que vem se fortalecendo a partir da virada do milênio com as modificações das leis autorais para tentar abranger a realidade digital, o direito autoral se tornou uma ferramenta de controle do comportamento dos usuários na rede – especificamente o livre compartilhamento dos produtos culturai. Portanto, mesmo o direito autoral não sendo medida direta de valorização desses produtos, ele o é indiretamente, ao reprimir as formas espontâneas de compartilhamento fomentadas pelos usuários e ao apontar para os ambientes controlados das empresas de entretenimento como unico ambiente seguro e legal de aquisição de produtos culturais gratuitos.

O que quero discutir aqui é que, a partir da maior inserção do mercado fonográfico na esfera do compartilhamento de arquivos, há uma redefinição no terreno de disputa onde se insere os movimentos anti-copyright e a favor do livre compartilhamento. Não se trata mais de lutar pelo direito de distribuição gratuita de arquivos, e sim contra a formação hegemônica de ambientes controlativos e regulados e pela distribuição fomentada pelos usuários na forma de colaboração e inovação dos ambientes livres da rede.

Associação Antipirataria trava guerra contra comunidade de 755 mil no Orkut

20 Outubro , 2008

DIÓGENES MUNIZ
editor de Informática da Folha Online

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u455850.shtml

Uma guerra silenciosa, travada nos bastidores da principal rede social do país, preocupa internautas que baixam música pela internet. O Orkut, braço do Google que neste ano passou a ser chefiado por uma equipe brasileira, começou a deletar pedaços da sua maior comunidade dedicada a compartilhamento de arquivos MP3, a “Discografias”.

O endereço existe desde 2005, conta com três administradores anônimos (Madruga, Cris e Chris) e abriga 755 mil participantes cadastrados –o número de pessoas que a utiliza efetivamente é bem maior, já que para acessar seu fórum não é preciso de inscrever. Ali, internautas compartilham links com álbuns musicais inteiros sem pagar nada. A organização e o volume de material fez com que o endereço se tornasse uma central para quem procura esse tipo de conteúdo na rede brasileira.

“É o nosso principal cliente. Em se tratando de música, ninguém tem mais arquivos que violam direitos autorais do que a ‘Discografias’”, diz Edner Bastos, coordenador antipirataria da APCM (Associação Antipirataria Cinema e Música), entidade que defende a propriedade intelectual.

Os moderadores da “Discografias”, que passam mais de cinco horas por dia trabalhando no fórum, impõem regras rígidas, inclusive banindo usuários mais insistentes. As proporções levaram à criação de comunidades satélite, que servem de apoio para a principal. Na “Discografia – Pedidos”, por exemplo, os usuários podem dizer o que querem baixar. Isso ajuda a não abarrotar o índice da comunidade “mãe” –onde entram apenas tópicos com o caminho do download.

Reprodução
Imagem da comunidade "Discografias", acusada pela APCM de ser a maior difusora de música ilegal no Orkut
Imagem da comunidade “Discografias”, acusada pela APCM de ser a maior difusora de música ilegal no Orkut

Hidra

No primeiro semestre deste ano, a APCM tirou do ar 118.750 links de filmes e músicas, 22.113 blogs e 20.332 arquivos P2P (”peer-to-peer”, referentes a programas de compartilhamento como eMule) da internet. Seu principal rival, no entanto, continua de pé.

“Estamos com várias discussões com o Google, em alguns pontos eles nos ajudam”, afirma Bastos. “Temos um trabalho para tirar [a comunidade "Discografias"] do ar, mas ela é muito complexa. É preciso pegar tópico por tópico para provar que todo aquele conteúdo é ilegal.”

A exclusão de algumas páginas dentro da comunidade já foi sentida pelos internautas. Em uma nota divulgada na quinta-feira passada, os moderadores da “Discografias” afirmaram que “tópicos continuam a sumir e não são devolvidos. Depois que a administração do Orkut passou para o Brasil, a coisa tem piorado muito”.

“Tiramos [o tópico] quando está constatado algum tipo de violação num link específico”, afirma Félix Ximenes, diretor de comunicação do Google no país. Nestes casos, o Google considera primeiramente a “liberdade de expressão”, diz ele. “A comunidade é legítima, porque há discussão de música também. Além disso, você sabe, a gente deleta uma, eles criam outra.”

A Folha Online entrou em contato com a moderação da comunidade. Sem se identificar, aceitaram responder à reportagem sobre seu trabalho na rede social.

“Muitas bandas, hoje, tanto no Brasil quanto no exterior, assumem que não fariam sucesso se não fosse a internet. Até o Presidente da República deu uma declaração favorável na semana passada sobre ‘baixar músicas da internet’. Ilegal e pirataria, na nossa opinião, é a venda de CDs piratas”, afirmam.

Segundo eles, o trabalho na Discografias é um “ótimo hobby”. Mesmo sob pressão, não cogitam fazer um blog ou outro tipo de fórum –só se o Google fechá-los de vez.

“É certo que muita gente só está no Orkut pelas poucas comunidades úteis e bem organizadas que sobraram, tais como a ‘Discografias’ e algumas outras. Com o seu fim, pensamos que o movimento no Orkut cairia consideravelmente”, apostam.

a casa caiu 1

17 Outubro , 2008

Blog de compartilhamento de músicas é retirado do ar

Fonte: Boletim G-Popai – http://www.gpopai.usp.br/boletim/article41.html

segunda-feira 6 de outubro de 2008, por jamila


Através de uma mensagem de e-mail em inglês Bruno Rodrigues, de 24 anos, soube que tinha três dias para alterar o conteúdo de seu blog ou ele seria retirado do ar pela empresa que o hospedava. “Recebi um email de notificação do Blogger/Google avisando que o blog estava sob denúncias de infringir direitos autorais. Na notificação, eles mandavam uma espécie de link para que eu pudesse consultar exatamente o que era a denúncia, mas esse link não funcionava e retornava um aviso de que o conteúdo estava sendo processado”, conta.

No dia 9 de setembro, seu blog – o Sombarato – junto com todo o seu conteúdo foi tirado do ar.

O Sombarato foi criado em 16 de janeiro de 2007, quando Rodrigues decidiu disponibilizar gratuitamente seu acervo de discos raros para os amigos. Em pouco tempo o site tornou-se popular e novos colaboradores foram adicionados ao blog que aumentava cada vez mais a quantidade e variedade de discos. “O grande diferencial do Sombarato sempre foi o acervo. Não se encontrava em outro lugar as dezenas de discos de frevos, rock psicodelico recifense e tantas outras raridades” lembra.

Segundo Filipe Barros, autor do “Manifesto a favor do Sombarato” (publicado no blog Sembarato, [1]) o blog reunia cerca de 2 mil discos – muitos dos quais não se encontram mais em circulação -, alem de áudios de shows ao vivo e aúdios de DVD. Segundo seu Manifesto, “boa parte dos artistas contavam com o Sombarato para divulgar seu conteúdo e disponibilizavam livremente suas músicas”.

Apesar de todos os links terem se perdido junto com o blog, Rodrigues ainda tem um bacup de suas músicas e de comentários que eram deixados no Sombarato. Mesmo assim, ele não pretende retomar o site. “Um dos colaboradores pretende continuar a história do sombarato. Vamos esperar”, diz.

É possível acompanhar o desenrolar dessa história através do novo blog, Sembarato (http://sembarato.blogspot.com), que reúne diversas mensagens de solidariedade ao Sombarato e manifestos contra a ação arbitrária de desativação do site.

DMCA

O Google justifica a retirada do blog Sombarato do ar com o Digital Millenium Copyright Act (DMCA), uma lei aprovada em 1998 nos Estados Unidos. Entre outras medidas, o DMCA permite que detentores de direitos autorais solicitem aos provedores de servicos online que bloqueiem o acesso a conteudos que violem direitos autorais ou os retirem de seus sistemas.

Blog Sembarato

Digital Millenium Copyright Act (em ingles)

Politica do Google sobre reclamacoes de violacao de direitos autorais

Veja as reclamacoes recebidas pelo Google com base no DMCA

Veja as perguntas comumente feitas sobre DMCA no site Chilling Effects

Observações

[1] http://sembarato.blogspot.com

Galeria Mariló (e minha) – Porto da Barra.

14 Junho , 2008

Outro rolê que a gente deu por aqui em Salvador foi na praia do Porto da Barra. Praia calminha, foi considerada por uma revista gringa de turismo uma das 10 praias urbanas mais bonitas do mundo. Ela realmente é linda. É uma praia bem curta, de águas calmas é relativamente limpa. É uma praia usada por pescadores, e tem vários barquinhos ancorados, que são usados pelos banhistas para namorar ou para fumar um, se bem que da pra fazer isso na praia mesmo, que tem um lado (o direito) legalize. Legal de lá também é sua dimensão histórica. Foi lá que aportou Tomé de Souza, em 1549, para fundar Salvador como a primeira cidade do Brasil. Lá era terra dos Tupinambás, e foi um dos lugares onde ocorreu a história do Caramuru e da índia Catarina (que também ocorreu no bairo da Graça e na ilha de Itaparica). A praia fez parte também da Capitania Hereditária de Francisco Pereira Coutinho a partir de 1536 e até a chegada de Tomé de Souza. Aportaram lá também a Família Real Portuguesa, em 1808, na transferência da corte portuguesa para o Brasil. A primeira recepção oficial da corte aqui no Brasil foi no Solar do Unhão, do post anterior. O Porto da Barra foi o primeiro porto do Brasil, e fica entre duas edificações históricas: o Forte de São Diogo no lado legalize, erguido entre 1609 e 1613 e o Forte de Santa Maria, erguido em 1614. A praia também foi muito frequentada pelos baianos da tropicália, como Gil, Caetano e a galera dos Novos Baianos.

Vou postar umas fotos que eu fiz em novembro do ano passado e umas que a Má fez esse ano. A Marina é uma fotografa muito melhor do que eu. A diferença é q eu fui privilegiado por um dia claro de primavera e ela pegou o inverno nublado da Bahia (luz é tudo).

Forte de Santa Maria, tirada por mim em 2007

Outra do forte, tb tirada por mim

Igreja de Santo Antônio da Barra, tirada por mim.

Vista do Forte de São Diogo da cadeira de praia q eu estava sentado.

Praia do Porto, foto minha, sentado na cadeira da praia

Lado “legalize” da praia do Porto, foto minha.

Lado “familia” do porto em praia lotada, foto minha

Forte de Santa Maria em um dia nublado, tirada pela Marina esse ano.

Igreja de Santo Antonio da Barra, foto da Ma.

Praia do Porto, na vista da Ma sentada na cadeira de praia do Bruno.

Vou aproveitar que estou falando da barra e vou postar algumas fotos que tirei da praia do Farol da Barra em novembro de 2007, quando meu grande irmão Cleiton veio pra cá pela primeira vez, apresentar um trabalho (ele veio esse ano novamente, junto com a Marina e a Denise, namorada dele). Ele trouxe a máquina da Ma, na qual eu tirei essas fotos. As fotos só foram cair na minha mão agora, com a vinda da Ma pra cá (por isso não postei antes).

A praia do Farol também é linda. Maior do que a do Porto da Barra, fica praticamente ao lado. Ela tem varias pedras, e só da para entrar nela em maré baixa, quando se formam umas piscinas naturais de aguas quentes. A parte esquerda da praia tem algumas ondas, onde alguns caras praticam surf. Ela fica entre o Morro do Cristo (à esquerda) e o Farol da Barra (à direita), o primeiro farol marítimo construído no continente. Antes de ser um farol, la existia o Forte de Santo Antônio, construído a partir de 1596. O Farol foi construído em uma reedificação do forte em 1696.

Praia do Farol vista pelo Morro do Cristo (acho q essa foi a melhor foto que tirei na vida… pura cagada)

Área do surf da Praia do Farol, vista pelo Morro do Cristo.

Farol da Barra, onde funciona hoje o Museu Marítimo e é um dos mais conhecidos cartões postais de Salvador.

O farol, o céu e o mar.

Foto da Praia do Farol tirada da cadeira da praia tomando uma breja com minha mina, o Cleiton e o grande Araka, dois irmãos.

Galeria Mariló – Solar do Unhão

12 Junho , 2008

Nos últimos dias tivemos aqui em casa visitas de grandes amigos nossos, que vieram conhecer Salvador e tirar a gente do marasmo… Foi ótimo (valeu gente)! Dentre eles (vieram 3, na verdade), veio uma ótima amiga nossa, Marina, que além de ser uma ótima companhia, é uma ótima fotografa. Ela tirou muitas fotos de nossos rolês por aqui, e eu vou postar algumas em uma seqüencia de posts meio temáticos, divididos pelos rolês q a gente deu.

Solar do Unhão.

No primeiro dia da Ma aqui fomos para o Solar do Unhão, no último dia de exposição de um grupo de intervenção artística de um amigo meu que se chama GIA (o grupo, não meu amigo). O Solar é um conjunto arquitetônico do século XVII típico, composto de uma Casa Grande, Senzala e Capela. Lá funcionou, primeiramente, um engenho de cana de açúcar. Depois virou residência, fabrica de rapé, deposito de mercadorias, quartel militar, até ser tombado pelo Serviço de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional na década de 1940 e adquirido pelo Governo da Bahia. (fonte: Wikipedia). Hoje funciona, no Solar, o Museu de Arte Moderna da Bahia, além de um cinema do circuito Sala de Arte e um restaurante de comida Baiana. Nas tardes de sábado rola um Jazz. A exposição/instalação do GIA foi na capela do Solar.

Capela do Solar do Unhão

Comunidade que fica ao lado do Solar e abaixo da Av. do Contorno.

Avenida do Contorno vista por baixo

Navio cargueiro na Baia de Todos os Santos, indo para o porto

Por do sol nublado atrás da Ilha de Itaparica

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