Bom, ja que eu voltei às atividades do blog, vou fazer ma das coisas que mais curto aqui: disponibilizar uns links.
Hoje vou colocar um disco q eu estou ouvindo bastante e um filme que eu acabei de assistir (pela terceira vez).
The Jon Spencer Blues Explosion – Acme
Fonte: Psicodelia Urbana (nesse link tem toda a discografia do Jon Spencer. Vale a Pena)
Nem sei como começar a falar desse disco. Não sei nem como terminar (isso porque eu não sei muita coisa sobre a banda, hehehehe). Bom, a banda é um trio: duas guitarras, dois vocais, uma bateria e nenhum baixo. Nesse disco, considerado o mais “groove” de todos, tem uma programação eletrônica. A banda toca um punk + funk + rockabilly (sem baixo??) + um blues muuuito responsa. Eles são da cena alternativa de Nova York e fazem um som bem peculiar. Recentemente o Jon Spencer veio pro Brasil fazer uns shows com outra banda, chamada Heavy Trash (link para o último disco deles, tirado do Blog do Nirso). Banda também fudidíssima, q toca um rockabilly e um psychobilly decente. Ele fez um show em sampa bem quando eu estava lá, mas não rolou de eu ir (fiquei sabendo só depois). Bom, é ouvir pra ver (OUVIR para VER!?! De onde eu tirei isso?)
Medo e Delírio (Fear and Loathing in Las Vegas)
Esse é um dos filmes mais droguentos que eu ja vi na vida (preciso muito fazer um top 5 filmes droguentos… conheço vários). Baseado em um livro (que no Brasil saiu com o infeliz nome de Perdendo a Cabeça em Las Vegas) escrito pelo jornalista loser Hunter Thompson (pai do jornalismo gonzo), o filme (e o livro) conta a história ocorrida com o próprio Thompson (interpretado por Jhonny Depp) quando este foi enviado para Las Vegas para cobrir a corrida de motos “Vegas 400″, “a maior corrida de motocross da história do esporte”. Para tal arriscada missão, ele e seu advogado doido (interpretado por Benicio Del Toro), alugam um Cadillac Vermelho munido de “duas bolsas cheias de fumo, setenta e cinco pílulas de mescalina, cinco papéis de ácido extremamente potentes, um saleiro cheio de cocaína, e uma colorida galáxia completa de estimulantes, tranquilizantes, excitantes, depressivos… e também uma garrafa de tequila, uma de rum, uma caixa de cerveja “Budweiser”, um vidro de éter e duas dúzias de amilas”. Com esse arcenal, vão para Las Vegas atras do sonho americano em plena década de 70 e em plena decadência da geração do LSD.

